Críticas do CINEFIALHO dos filmes vistos no Festival do Rio 2026 A BOLA PRETA Dir. Javier Calvo e Javier Ambrossi Crítica: A BOLA PRETA (2026) Dir. Javier Calvo e Javier Ambrossi CONTOS PARALELOS Dir. Asghar Farhadi Crítica: CONTOS PARALELOS (2026) Dir. Asghar Farhadi CARTAS AMARELAS Dir. Ilker Çatak Crítica: CARTAS AMARELAS (2026) Dir. Ilker Çatak SOUMSOUM, A NOITE DAS ESTRELAS Dir. Mahamat-Saleh Haroun Crítica: SOUMSOUM, A NOITE DAS ESTRELAS (2026) Dir. Mahamat-Saleh Haroun ROSE Dir. Markus Schleinzer Crítica: ROSE (2026) Dir. Markus Schleinzer LITERALMENTE NU Dir. Muriel d'Ansembourg Crítica: LITERALMENTE NU (2025) Dir. Muriel d'Ansembourg ROSEBUSH PRUNING Dir. Karim Aïnouz Crítica: ROSEBUSH PRUNING (2025) Dir. Karim Aïnouz HELENA! CINEMA! Dir. Cavi Borges e Christian Caselli Crítica: HELENA! CINEMA! (2025) Dir. Cavi Borges e Christian Caselli O CINEMA POSSÍVEL Dir. Luiz Carlos Lacerda Crítica: O CINEMA POSSÍVEL (2026...
Texto por Marco Fialho Se tem alguém que atua no cinema aqui no Rio de Janeiro e que merece ter a sua história contada, esse é Cavi Borges. O diretor Luiz Carlos Lacerda, o Bigode, percebeu a injustiça desse silêncio e procurou preencher essa absurda lacuna com O Cinema Possível , que também poderia tranquilamente se chamar O Cinema Impossível, pois o que a trajetória de Cavi escancara é a incrível superação de filmar tantos filmes com baixíssimo orçamento. E Bigode se sai muito bem ao levar para o público a história de um judoca que virou maior nome do cinema carioca, a pessoa mais comprometida com a essência do cinema, uma atividade em que a ideia do coletivo, do agregamento serve de base para o exercício do próprio ofício. Bigode acerta ao enfocar como maior característica de Cavi Borges, o espírito solidário, de ajudar a todos que o procuram no dia a dia. Bigode foge do didatismo óbvio de uma cronologia vazia e opta por mesclar as diferentes fases da vida de Cavi Borges como a atua...